Teóricamente falando...

Eu odeio o jeito que você some e não deixa rastros. Odeio como você não demonstra sentir minha falta. Odeio quando você me esquece e demonstra não se importar comigo.
Odeio quando quando não me dá atenção suficiente. Odeio o fato de não precisar de mim e que você não se importa mais se estou ao seu lado ou não.

 Odeio suas mudanças de comportamento. Odeio sua frieza, odeio seu novo jeito de me tratar. Odeio me sentir vazia ao me lembrar daquilo que costumávamos fazer e falar, e perceber que isso não voltará a acontecer.
Odeio ter que te esquecer e não conseguir. Odeio ver que as coisas mudaram. Odeio, odeio encontrar um motivo para te odiar. E odeio o simples fato de ter todos os motivos do mundo para o fazê-lo, mas não consigo

Mas sei lá, não sei se toda essa coisa patética é mesmo necessária. Tô resolvendo umas coisas aqui viu, esses negócios de sentimentos demonstrados demais meio que estraga. Tô aqui aprendendo que nem todos dão valor ao que você pode oferecer, e acabar demonstrando afeto demais começa a encher o saco, e eu digo tudo isso da minha parte. 

Chega de ligações, preocupações, sentimentos demonstrados aos extremos. Vou ficar mais relax mesmo, não quer me ligar, não liga, mas também não ligarei. Não quer me ver, não me veja, mas também não sairei que nem doida atrás de você pra saber se a gente vai se ver, que horas é o nosso encontro, não mais. 
É apenas um aviso que eu deixo bem simples: se quiser, me procura você. 

E outro aviso que eu deixo também: isso tudo é só conversa mesmo, teóricamente falando, tá tudo certo. É quando chega na hora da prática que ferra com tudo.

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